Uma pergunta por dia sobre o que está acontecendo agora: o que fez seu filho rir, a palavra que ele não para de repetir, o que pesou no seu dia. Três ou quatro frases, na hora que der.
No ano seguinte, no mesmo dia, a mesma pergunta volta — e embaixo dela aparece o que você escreveu um ano antes. Depois, dois anos antes. É assim que se vê um filho crescer: não só nas fotos, mas no que você mesma contou.
Como funciona
Cada dia do ano tem a sua pergunta. Treze de setembro é sempre a mesma, para todas as mães — e é por isso que, ano após ano, as respostas podem ser postas lado a lado. Dá para começar em qualquer dia: quem chega em outubro responde a de outubro e não fica devendo nada.
Não termina no dia 365. O ano seguinte recomeça as mesmas perguntas, e cada uma passa a trazer as respostas dos anos anteriores. Cada ano vira um livro que você pode imprimir.
Cada resposta cabe em cerca de 900 caracteres. É de propósito: três frases honestas depois de um dia longo valem mais que uma página. Para escrever solto, o diário não tem esse limite.
Perguntas frequentes
Preciso começar em 1º de janeiro?
Não. A pergunta de hoje já está esperando — é só responder.
E se eu pular um dia?
Tudo bem. Dá para responder até uma semana depois. Mais que isso, a pergunta volta no ano que vem, no mesmo dia.
Tenho mais de um filho. Como respondo?
Do jeito que for mais verdadeiro para você: sobre os dois, ou sobre o que mais marcou aquele dia.
Estou grávida. Serve para mim?
As perguntas são sobre o filho que já chegou — o que ele fala, do que ele ri. Guarde a página para quando o bebê nascer. Enquanto isso, a gravidez semana a semana e o diário foram feitos para agora.